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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O Tempo de Deus



Em alguns momentos, temos a impressão de que Deus está muito distante como se estivesse indiferente ás nossas necessidades, sem pressa alguma em nos atender. Surge, a partir daí, uma tensão, entre a nossa pressa e a aparente demora de Deus. O resultado, não raro, é a sensação de abandono, de agonia e de impotência total.
Há três reflexões que precisamos fazer nessas ocasiões. A primeira, Deus não tem pressa! O agir de Deus como Senhor do tempo, da vida e da história é na exata medida de sua precisão. Ele é perfeito em tudo que faz. A pressa é própria do homem. Nossas neuroses não combinam com a paciência de Deus, sendo sempre bom lembrar que a nossa pressa não altera a ordem natural das coisas. O fluxo da vida é como o leito de um rio, que corre sozinho, sem pressa que ninguém precise apressá-lo. Em segundo lugar, a aparente demora de Deus deve ser entendida por nós como um tempo pedagógico. Enquanto esperamos, Ele nos está ensinando algo. Muitas vezes, é na expectativa da espera que encontramos tempo para um mergulho em nossa interioridade, mudamos nossas percepções, refletimos sobre nossos valores, sentimentos e prioridades. Esperar origina uma forma de aprender. Quando esperamos por Deus, estamos aprendendo com ELE. Uma terceira reflexão que deparamos no espaço do tempo entre a procura e a resposta, é que na vida nada melhor que um dia após o outro. O tempo sempre nos traz á luz aquilo que não conseguimos enxergar de imediato, porque a pressa encobre nossa visão. Consequentemente, a paciência produz a experiência, e a experiência nos conduz á esperança. Quem quiser colher frutos no futuro, precisa aprender a plantar esperança e paciência. Logo, por que apressar o rio se ele corre sozinho e naturalmente? A cultura do imediato, das respostas prontas, da comida rápida e das demais neuroses que a sociedade moderna nos impõe, acaba roubando de nós a paciência, uma das virtudes mais indispensáveis para quem quer viver uma vida melhor, e colher os frutos de um amanhã salutar. A vida desenvolve uma contínua construção, sempre inacabada, que exige repensar valores, vivenciar novos sentimentos, aprender novas lições, conquistar novos espaços e vislumbrar novos horizontes. A vida é pedagogia pura. Ela é um aprendizado forjado nas lições do cotidiano. Deixemos pois, que cada dia dê conta de si mesmo, e que despeje suas águas turvas, cheias de mazelas e tensões, sempre ao pôr do sol. Tenhamos sempre em mente que Deus está no controle de tudo inclusive do tempo. Porque, então apressar o rio? Siga o conselho de Jesus, o Mestre da vida:

"NÃO ANDEIS ANSIOSOS PELO AMANHÃ; BASTA CADA DIA O SEU PRÓPRIO MAL". Deus não tem pressa! Nós é que não sabemos viver.

Quando reconhecer que errou é tarde demais

Autor(a): Pr. Josué Gonçalves

Era uma vez um rapaz que ia muito na escola. Suas notas e o comportamento eram uma decepção para seus pais que, como bons cristãos, sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido. UM BELO DIA, O BOM PAI LHE PROPÔS UM ACORDO:
- Se você, meu filho, mudar o comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a Faculdade de Medicina, lhe darei então um carro de presente. Por causa de carro, o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do Rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. Isso era mau !
O rapaz seguia os estudos e aguardava o resultado de seus esforços. Assim, o grande dia chegou ! Fora aprovado para o curso de Medicina. Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel.
Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou às mãos uma caixa de presente, Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Para sua surpresa era uma BÍBLIA. O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse.
A partir daquele dia, o silencio e distancia separavam pai e filho. O jovem se sentia traído e, agora, lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade. Raramente mandava notícias à família. O tempo passou, ele se formou conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai. Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão. Até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu. FALECEU...
No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, a BÍBLIA que tinha sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás. De volta à sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, quando colocou o livro numa estante, notou que havia um envelope dentro Dele. Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A CARTA DIZIA:
"Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro Eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele que mais lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: A BÍBLIA SAGRADA. Nela aprenderás o AMOR A DEUS e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".
Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto.
E A CARTA FINALIZAVA ASSIM:
"Como é triste a vida dos que não sabem perdoar. Isso leva a erros terríveis e a um fim ainda pior. Antes que seja tarde, perdoe aquele a quem você pensa ter lhe feito mal. Talvez se olhar com cuidado, vai ver que há também um cheque escondido". Antes de fazer qualquer julgamento, pense, reflita, durma sobre a questão, porque a precipitação pode nos trair e nos roubar os tesouros mais preciosos que nós temos. Leia 1 Corintios cap 13

As cinco características dos votos conjugais!



As cinco características dos votos conjugais
Pr. Josué Gonçalves
1. Uma decisão voluntária. Você tinha a opção de permanecer solteiro (a). Mesmo que a escolha tenha sido feita na base da pressão ou como válvula de escape de alguma situação, você é responsável pela decisão que tomou. Todos nós tínhamos a opção de escolher outra (o). Deus deu ao homem o direito de decidir. Lembre-se que ter um (a) sócio (a) implica em dependência, compromisso e prestação de contas. Nenhuma sociedade se firma sem estes princípios básicos.
2. Uma proclamação pública. O que se diz diante de muitas testemunhas revela a seriedade dos votos que fizemos no dia do casamento. Duas pessoas conscientes da grandeza deste ato jamais o farão com leviandade.
3. Uma promessa incondicional. O que foi prometido deve ser cumprido até que a morte os separe. Segundo o que foi projetado por Deus, casamento não é um relacionamento descartável, é um compromisso que deve durar a vida inteira. Quando Dietrich Bonhoeffer estava encerrado na prisão nazista, escreveu um sermão para um casamento de uma sobrinha. Disse ele: "O casamento é maior do que o amor que vocês têm um pelo outro. Ele tem em si grande dignidade e força por ser a ordenança santa através da qual Deus planejou a perpetuação da raça humana, até o fim dos tempos. No amor que os une, vocês veem apenas a si mesmos no mundo, mas ao se casarem tornam-se um elo na cadeia das gerações que Deus faz aparecer e partir para a sua glória, chamando-as para o seu reino. Em seu amor, vocês veem apenas o 'sétimo céu' da sua felicidade, mas no casamento recebem uma posição de responsabilidade perante o mundo e a raça humana. Seu amor é propriedade particular, mas o casamento não pertence apenas a vocês, é um símbolo social, uma função de responsabilidade".
4. Um propósito sério. (Ec 5.5; Mt 19.6) Pessoas sérias cumprem suas promessas e votos. A falta de seriedade pode ser uma questão de caráter. Para enriquecer o casamento é necessário compromisso perseverante e fé determinada - algo que talvez alguns casais jamais puderam observar nos lares de suas respectivas infâncias.
5. Votos que obrigam. (Mt 5.37) Ninguém é obrigado a votar, porém, depois que o fizeram, são obrigados a cumprir esses votos.

Adultério - oito pecados! - parte 2


Autor(a): Júlio Carrancho

Vem depois o pecado número SEIS: contra os teus próprios amigos. A confiança que tinham em ti desaparecerá. No seu lugar instalar-se-á a suspeita, o ressentimento e a vergonha da tua presença no seu meio. Se consideram o matrimônio sagrado, quando chegas eles pensarão: "atraiçoou a própria esposa, os filhos inocentes, parentes e a nós. Quem será a próxima vítima? Eis um homem adúltero."
Vem a seguir o pecado número SETE: pecaste contra a sociedade. Sabes que para se viver numa sociedade equilibrada é importante respeitar o código moral bíblico. Isto é, fazer aos outros o que queres que te façam a ti (Mateus 7:12). Enquanto eras fiel à tua mulher não desejavas que ela adulterasse contra a tua pessoa. Casaste com ela dentro do princípio moral que todos nós temos que obedecer. O marido da mulher com quem adulteraste seguiu também o mesmo princípio. Nenhuma destas quatro pessoas iniciou a sua vida matrimonial com o objectivo preconcebido de um dia cometer adultério. O facto é que ninguém casa com o desejo de praticar tal acto. Assim, a sociedade em que vivemos é afectada pelo adultério e muito sofrimento é causado a espectadores inocentes.
Vem depois o pecado número OITO, o último mas não o menor: pecaste contra o próprio Deus. O matrimônio é uma união sagrada, no sentido em que é uma instituição ordenada por Deus na Bíblia. Por causa da dureza do coração do homem há certos casos justificáveis de divórcio, mas não existe no código divino uma única sentença para justificar o adultério. Está escrito: NÃO ADULTERARÁS (Êxodo 20:14). É um mandamento muito claro. Violar este mandamento é pecar abertamente contra Deus Omnipotente que ordenou o casamento e proibiu o adultério. As conseqüências desta desobediência são terríveis: INFERNO! A Bíblia nomeia nas suas páginas aqueles que não entrarão no reino de Deus e o adúltero faz parte da lista (1 Cor 6:10).
OITO PECADOS, com as suas desastrosas ramificações e conseqüências. Não é porém o pecado imperdoável. O adultério pode ser perdoado e o Senhor Jesus demonstrou-o perdoando uma mulher apanhada no próprio acto. Quando os religiosos daquele tempo a trouxeram aos pés de Jesus para ouvirem dos Seus lábios a confirmação do que estava escrito na lei quanto ao adultério, apedrejamento até à morte, o Senhor sem dizer uma palavra escreveu alguns nomes na areia do chão. Escreveu Ele os nomes de alguns daqueles líderes ou de membros das suas sinagogas que já tinham também cometido adultério?
A tragédia do adultério é evidenciada pelo facto das duas partes não se arrependerem juntas. Jesus perdoou a mulher adúltera mas onde se escondeu o homem que a levou a pecar? A agitação causada pelo adultério é como poderosa onda que avança e destrói. No caso do rei David destruiu uma nação. No caso de um homem anônimo causa injúria a muitas pessoas anônimas, esposa, filhos, parentes, amigos e até àqueles que ainda não nasceram. É um pecado perdoável mas deve ser confessado pelas duas partes cedo antes de se tornar a causa de conseqüências graves, a curto e longo prazo. Mas porque é que o homem e a mulher ofendem a Deus com o adultério? Por causa de desobediência. Deus diz NÃO ADULTERARÁS, porém a ordem é ignorada.
O princípio universal de conduta moral, isto é, que somos livres para escolher, mas depois somos responsáveis pelos resultados das nossas escolhas, é também aplicado ao adultério. O adúltero diz que o homem é dirigido por fortes emoções físicas impossíveis de controlar. Deus ordena que não cometas adultério. É uma poderosa ordenança. A tua escolha é obedecer a ordem divina ou obedecer as tuas emoções físicas. O resultado não pode ser escolhido. Governar a tua vida pelas tuas paixões internas é muito arriscado porque o pecado jaz à porta do teu coração (Gênesis 4:7).
O homem foi criado por Deus para apreciar e obedecer a Sua lei moral, mesmo em condições as mais primitivas. Escolhe o adultério mas não poderás alterar as suas desastrosas conseqüências. Se todos nós vivêssemos numa sociedade onde todos adulteravam uns contra os outros, a vida familiar não existiria porque todos praticavam a mentira, a desonestidade e a ofensa e a vida seria insuportável. Ninguém acreditaria no seu próximo e os filhos pagariam um preço terrível pelos nossos pecados. Deus puni-los-ia por causa do nosso pecado (Êxodo 20:5b). Nesse tipo de sociedade, onde toda a gente seria desleal e mentirosa, o amor e o bem não poderiam florescer. Significaria auto destruição como nos dias de Noé.
O adultério é terrível porque cria circunstâncias e conseqüências que não podem ser alteradas e magoa muitas vítimas inocentes. Qual é então a razão porque um homem comete adultério? Um homem está inclinado e disposto a infligir angústia e sofrimento à sua esposa, aos seus filhos e outros, e a violar importante princípio moral contra ele próprio simplesmente porque inclina o seu ouvido e obedece à sugestão do diabo (Provérbios 7:1-5; 23:27-28).
NÃO ADULTERARÁS. "Assim, o que adultera com uma mulher é falto de entendimento; aquele que faz isso destrói a sua alma. Achará castigo e vilipêndio, e o seu opróbrio nunca se apagará. Porque os ciúmes enfurecerão o marido; de maneira nenhuma perdoará no dia da vingança. Não aceitará nenhum resgate, nem se conformará por mais que aumentes os presentes." Provérbios 6:32-35 (Almeida Corrigida Fiel)

Adultério - oito pecados! - parte 1


O adultério é um ato terrível. Porque é um pecado praticado por duas pessoas não é possível escondê-lo por muito tempo dos olhares de terceiros. No adultério estão envolvidas oito violações do código moral de Deus. O PRIMEIRO pecado é aquele praticado contra o próprio adúltero. Por outras palavras, és responsável por todas as conseqüências do teu acto e culpado diante de Deus até tudo ser confessado. Até ao dia em que fores perdoado picar-te-á com o seu aguilhão destruidor e na tua consciência sentar-se-á soberano a ditar pensamentos pecaminosos.
O SEGUNDO pecado é contra a tua própria mulher. O adultério é violação dos votos matrimoniais. É um embuste contra a tua esposa e um acto de traição contra outro ser humano que depositou confiança em ti. Também este pecado se apegará à tua consciência para destruir toda a intimidade que é característica importante entre duas pessoas que se amam. Porém o teu olhar se desviará do olhar da tua esposa porque a tua intimidade com ela foi destruída. Sabes que a atraiçoaste e desejas que ela jamais o descubra. Os adúlteros têm esta particularidade: evitam olhar nos olhos daqueles que ofenderam.
Vem depois o pecado número TRÊS: pecaste contra o marido da adúltera. O adúltero engana também outro homem, em muitos casos contra um amigo, um membro da família ou um colega de trabalho. Dali em diante o adultério torna-se um terrível obstáculo e um embaraço silencioso na tua personalidade que destrói intimidades de longos anos. Cravaste a faca da traição nas costas do teu melhor amigo, dum membro da tua família, e dali em diante a tua conduta é pretender que nada de errado existe. A isso também se chama pecado mas não o contarei nestes oito.
A seguir vem o pecado número QUATRO: pecaste contra a própria parceira do teu acto. Embora a mulher seja parte do teu pecado, foi a tua iniciativa que a provocou a pecar. No princípio de uma relação adúltera existe a oportunidade de escapar à série de conseqüências desastrosas que o acto irá provocar. Falta de discernimento nesse instante fatal leva ao pecado de adultério e arrasta contigo outro ser humano.
Vem depois o pecado número CINCO: pecaste contra os teus próprios filhos. Quando o acto é descoberto e exposto à luz resulta na destruição do equilíbrio familiar, na confiança dos filhos nos pais. Magoaste aqueles para quem eras um modelo moral, mesmo para outros familiares e amigos. Os conselhos que deste em matéria de fidelidade à vida familiar são lembrados. Os teus filhos olham agora para ti como um mentiroso, falso e traidor. O respeito que te tinham é destruído e em muitos casos o teu acto afectá-los-á psicológica, moral e espiritualmente. Danificaste o seu respeito pela vida e alguns cometem suicídio. Este pecado contra os teus filhos é extremamente grave pois despedaça a sua fibra moral e faz com que vejam a sociedade onde vivem um ambiente de corrupção e mentira. Em muitos casos destrói por completo a harmonia da vida familiar. Os teus próprios pais voltar-te-ão as costas pois não podem mais ter confiança nas tuas acções, especialmente se tiverem que sofrer parte das conseqüências do teu acto, como seja, tomar conta dos teus filhos em sofrimento.
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Crente viciado em pornografia




Eu não queria continuar olhando, mas não conseguia parar.
 

Christianity Today
 Shaun Groves



As últimas brasas da fogueira estavam quase apagadas. As etiquetas nas garrafas estavam danificadas, depois de dias expostas ao sol. Os que haviam acampado perto de minha barraca estavam longe algum tempo. Meu amigo e eu pegamos as coisas que estavam para trás. Ficou apenas um CD de hip-hop. Tínhamos algumas malas e garrafas vazias. Além de uma revista.

Sua capa estava molhada e irreconhecível. Eu a abri com um pedaço de galho que encontrei no chão. Havia orvalho naquele dia e as páginas da revista também estavam molhadas. Naquele momento eu vi uma mulher. Ela estava com seus seios descobertos.

Desde meus sete anos tenho fugido. Quero dizer, meninas eram “problemáticas”. Elas eram indesejáveis. Elas tinham alguma coisa que desejávamos, mas não sabíamos dizer o que, que nunca as alcançávamos. Eu ainda me lembro daquela cena. Eu estava ao mesmo tempo empolgado e receoso. Eu não conseguia entender a razão, mas sabia que ninguém deveria flagrar-me olhando aquela revista.
De uma coisa eu sabia: eu queria mais.

Alguns anos depois eu tive minha chance. Dessa vez eu não fugi. Eu tinha treze anos e estava na casa do meu amigo Tyler (nome fictício). Ele era meu único amigo com acesso à internet. Quase todos os dias nós jogávamos no computador por horas.

Certo dia, eu cliquei em um ícone que pensei ser um jogo; tudo mudou em nossa vida. Não era um jogo, mas um vídeo. Nossa primeira reação foi cair na gargalhada com as lentas imagens daquelas mulheres. Era uma gargalhada do tipo “desligue isso; é tão ridículo”. Contudo, nós não desligamos. Assistimos ao vídeo e, então, eu fui para casa.

Tyler continuou procurando por vídeos daquela natureza e me mostrou o que havia encontrado. Dessa vez, eu não fugi. Eu não queria continuar olhando, mas eu continuei. Eu estava hipnotizado.
Com o tempo, ficar olhando, juntos, aquela nudez na internet causava em nós estranheza e desconforto. Por isso, Tyler e eu preferimos nos dedicar ao pornô solo. Tyler continuou a fazer download de tudo o que podia. Dos vídeos mais leves aos mais pesados. Eu, àquela altura, estava dividido entre o prazer de ver aquelas cenas e a culpa que carregava dentro de mim pelo que estava a fazer. Em alguns dias eu estava forte, e resistia. Em outros, eu parecia um viciado em pornografia, desesperado para achar uma imagem. Apesar disso, eu nunca comprei ou fiz download de um filme pornô. Era um garoto nascido na igreja, em uma cidade pequena. Todos me reconheceriam se fosse possível descobrir quem estava comprando aqueles vídeos. Além disso, eu não tinha computador em casa. Ao invés de comprar pornô, eu comecei a roubá-los.

Eu vasculhava as casas de meus amigos para ver se os pais deles tinham alguma revista Playboy. Quando não achava, eu as roubava de lojas de conveniência. Não muitas; apenas três ou quatro em alguns anos. De qualquer jeito, eu fiz.

Página por página eu ficava imaginando se aquilo poderia ser real para mim. Sei que é constrangedor dizer isso, mas aquelas mulheres pareciam me fazer sentir amado. Meus olhos desejavam aqueles corpos e faziam sentir-me um homem. Por um momento, eu me senti desejado.
Eu me sentia perto de alguém, e não me incomodava o fato de aquele alguém não ser real. Para mim era muito real.

Entretanto, aqueles momentos de plenitude passavam. Sempre. O prazer fracassava. Em pouco tempo eu era tomado por um sentimento de remorso e culpa. Sentia-me a milhões de quilômetros da bondade e a bilhões de anos luz de Deus. Eu sempre pensava naquela primeira foto de mulher pelada que eu vi, na minha infância. Achava que Deus estava com um bastão em sua mão, me punindo à distância e me mostrando que não tínhamos nada em comum.

Sabia que aquilo não era verdade. Eu era um cristão. Sabia que Deus me via perfeito e amável, assim como via seu próprio Filho. Conhecia todas aquelas coisas. Amor. Graça. Perdão.
Contudo, eu não experimentava tais coisas em minha vida. Pior! Eu crescia cada vez mais frustrado comigo mesmo. Eu havia prometido para mim mesmo que eu não me incomodaria mais com aquilo, só para repetir meus erros.

Tyler não estava nada melhor. Ele começou a achar impossível crer em um Deus que o impediria de assistir seus vídeos pornôs. Sem Deus em sua mente, ele se convenceu de que pornografia era apenas diversão. De que forma uma diversão pode machucar alguém? Tendo decidido que não era ruim, ele resolveu que aquilo seria algo útil para sua vida. Ele fez uma assinatura da revista Playboy e começou a comprar todos os seus vídeos.

Perceber o que estava acontecendo com o Tyler foi uma forma de me despertar. Eu sabia que estava fadado ao mesmo destino. Por isso, pedi ajuda. Certo dia, estava conversando com um amigo que é um bom cristão. Sem vergonha, disse tudo o que estava acontecendo a ele. Disse que se pudesse assistir a um filme pornô de graça, sem ser acusado por minha consciência, eu o faria. Pedi ajuda a ele e nós oramos juntos.

Para minha surpresa, meu amigo me disse que tinha o mesmo problema. Na verdade, a maioria dos meus amigos tinha. Pedimos a uma pessoa mais velha de nossa igreja para se encontrar conosco uma vez por semana e nos ajudar. Aquele homem não tinha nenhuma sabedoria mágica ou força sobrenatural para nos ajudar contra a pornografia. Contudo, ele nos ouviu, aconselhou e orou conosco. Ele se tornou um cuidadoso mentor para todos nós. A primeira coisa que ele nos mostrou foi que não estávamos sozinhos naquilo, não éramos os únicos a enfrentar aquele problema e tampouco éramos loucos.

Quando me encontrei com meu grupo, vi que minha vida precisava mudar. Muitas daquelas mudanças ainda se aplicam em minha realidade hoje. Primeira lição: Corra! “Voe”, dizia nosso mentor. “Alcoólatras devem atravessar a rua para fugir de uma garrafa de bebida”. Em meu caso, isso significa que não posso entrar sozinho em uma banca de jornal, ou usar sozinho um computador sem filtros de internet.

Preciso limitar as oportunidades que dou para a tentação. Tenho que criar um espaço que me distancie da pornografia. Não posso me dar o direito de assistir TV sozinho. Mesmo com filtros na internet, não uso o computador se não tiver outra pessoa em casa. Essas restrições me aborrecem algumas vezes. Todavia, elas me ajudam demais.

A segunda coisa que aprendi foi a perguntar: Como posso aprofundar meu desejo por Deus e esquecer-me dessas coisas que me fazem pecar? Alguém me disse, certa vez, que dois cachorros no quintal do meu coração. Um cachorro cava egoísmo, pecado e prazer. O outro cachorro cava justiça, misericórdia, paz e obediência a Deus. Quando acordo todas as manhãs, escolho qual cachorro pretendo alimentar. O que eu alimento cresce até o outro não poder mais ser visto.

Preciso alimentar o cachorro correto. Faço isso quando cultivo relacionamentos honestos com cristãos. Tenho um amigo com quem converso de forma particular diariamente. Falamos abertamente sobre sexo, pecado e tudo o que nos leva a pecar. Juntos, nós buscamos formas de evitar o pecado. Nós oramos, choramos, nos ensinamos, nos deixamos aprender.

 Eu também alimento o cachorro correto ao estudar a Bíblia em grupo. Eu não apenas a leio. Escrevo o que aprendi e o que desejo fazer com aquilo. Passo um tempo em silêncio, esperando para ver o que Deus falará comigo. Eu oro, adoro, sirvo outras pessoas.

Na maior parte das vezes, o cachorro bom prevalece. Aquele terrível monstro está tão sufocado agora que nem o vejo com tanta frequência. Contudo, de vez em quando ele aparece. Começa a latir e logo me vejo na direção errada. Ele late muito alto, quando não tomo cuidado em resistir às tentações. Então eu fujo. O deixo esquecido, ignorado.

Além disso, eu oro: “Deus, me ajude a fazer hoje o que é certo. Ajude o Tyler também. Livra-nos da pornografia e leve-nos próximos da perfeição. Faça-nos amar mais ao Senhor do que a nós mesmos e nos cerque com pessoas que nos façam lembrar que tu nos amas mesmo quando erramos. Cerque-nos com amigos que sejam conosco uma igreja que promove a vida em santidade. Mate esse cão mau e alimente o bom, dentro de mim. Amém!”

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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

DEZ MANEIRAS DE DESTRUIR UM CASAMENTO

Como um casal através do abuso do poder pode destruir o casamento.
Pr. Josué Gonçalves
Solicitar e exigir o centro das atenções.
Um cônjuge pode tender a monopolizar a relação, pedir atenção, exibir suas realizações e deixar os outros esperando a fim de manter um senso de controle. A pessoa que busca o controle irá exigir constantemente aprovação. Para isso, o ponto central da discussão deve ser sempre ela.
Manipular, mandar e castigar.
A manipulação através da repreensão, desprezo, críticas, acusações e regularizações que destrói o vínculo conjugal. A vantagem é do atacante, e eles logo aprendem que é importante atacar primeiro. Como resultado, o que toma a iniciativa acusa o outro de ser o responsável pelo que considera um erro. Este tipo de poder conjugal coloca o parceiro numa posição defensiva e o torna vulnerável à manipulação do atacante.
Negar intimidade.
O cônjuge que deseja o poder muitas vezes irá criar e manter a distância do parceiro. O medo de perder o “controle” não permite intimidade. Esse tipo de abuso pode levar o parceiro ignorado a procurar calor, aceitação e amizade em outros lugares.
Apenas receber
“O que eu ganho com isso?”, é a pergunta na mente desse cônjuge. Algumas vezes o “recebedor” fará uso do charme, inteligência persuasão, desaprovação ou desprazer para conseguir o que quer dos outros. A tendência de usar o cônjuge com fins egoístas, não colaborando e tentando manipulá-lo, pode destruir a auto-estima da pessoa que está sendo vítima deste abuso.
Se um cônjuge precisa sempre receber, o outro tem de se mostrar sempre liberal.
Buscando o controle – o(a) controlador(a).
Os que temem que a vida possa controlá-los, no geral viram a mesa a fim de certificar-se de que controlam os outros. O “controlador” se torna mestre em ocultar do cônjuge os seus sentimentos, intelectualizando as situações, a fim de evitar mostrar emoção. Este cônjuge priva o relacionamento da espontaneidade, no esforço de manter sua imagem de parceiro que mantém o controle.
Apresentando uma imagem de retidão – o cônjuge fariseu.
Infelizmente, muitos cônjuges pensam que sua bondade lhes trará realização, alegria, paz e felicidade na relação conjugal. Esta é a razão de se sentirem compelidos a apontar as fraquezas de outros. A briga neste tipo de relacionamento é caracterizada por um egoísmo que considera apenas os seus sentimentos e opiniões pessoais. O parceiro então desanima. Em razão de nunca ser suficientemente bom, o cônjuge abusado começa a assumir o papel de “mau” no relacionamento.
Mostrar-se superior.
A prioridade aqui é ser melhor que os outros. Esta atitude, lamentavelmente, se reflete com mais freqüência nos cristãos. Na realidade, o cônjuge “superior” muitas vezes se sente inadequado ou não se acha a altura do parceiro. O abusador, então, compensa o seu sentimento esforçando-se para ser mais competente, eficiente, reconhecido e útil ao outro.
O parceiro oprimido, em conseqüência, se fecha no que diz respeito a correr riscos e compartilhar no casamento, temendo que suas palavras sejam interpretadas de maneira diferente da pretendida. Torna-se submisso, controlado, manipulado e cauteloso, procurando a todo custo evitar ferir a sensibilidade do cônjuge “superior”.
Buscando vingança.
Quando o cônjuge se sente desarmado e traído, sem esperança de vir a ser aceito, quase sempre busca vingar-se. O parceiro desanimado pode começar a ferir seu cônjuge verbalmente ou fisicamente, a fim de ficar quites.
Acredite, algumas pessoas mantém registros em sua mente sobre relacionamento conjugal. A vingança se torna, portanto, uma obsessão, deixando o outro cônjuge numa posição decididamente desvantajosa.
Esperando demais.
Quando as coisas não vão bem no casamento, a ameaça de rejeição pode provocar desânimo no cônjuge vitimado. Esta tática de poder, espera continuamente que o parceiro seja “mais e mais” e faça “mais e mais” para manter feliz o dominador. O parceiro mais fraco começa a compreender que, por mais que se esforce, jamais alcançará os padrões estabelecidos pelo “mais forte”. Expectativas irreais pode intimidá-lo a ponto de fazê-los sentir incapaz de vir a ser aceito um dia.
Reter afirmação e conhecimento.
Quando deixamos de reconhecer o progresso e de apoiar a quem mais amamos, privamos o nosso parceiro da motivação que necessita para manter-se no caminho da excelência. Pegar na mão do cônjuge ou dar-lhe um abraço amável e amoroso irá operar maravilhas e ajudá-lo a melhorar cada vez mais. A espontaneidade de um beijo no rosto ou de um abraço apaixonado pode produzir o melhor dos efeitos e afirmar mais do que podemos imaginar em nosso casamento.
1 Bibliografia: Richard W. Dortck - Orgulho fatal – Editora CPAD.

Jovem, leia a bíblia!



"Com que purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra." Sl 119:9

O jovem cristão de hoje tem muitas atividades diárias: família, estudos, igreja, trabalho, amigos, namoro... que tomam todo seu tempo e o cansa. Além dessas coisas boas, existem todos os tipos de pressões que o mundo impõe. Particularmente na vida do jovem, algumas têm mais influência, como a pressão sexual - o mundo quer que o jovem deixe os bons valores sobre relacionamentos sadios, o corpo como templo do Espírito Santo e a importância de se guardar para o casamento. Outras são a bebida e o cigarro, sem falar nas drogas, que são "brilhantes" atrativos para o jovem ficar "alegre", esquecer de seus problemas e curtir a vida. Muitos os atrativos do mundo na vida do jovem.
Mas a maravilhosa Bíblia ensina como podemos desviar os passos destas coisas! Tenho lido frequentemente o Salmo 119. No começo sentia certa preguiça devido a quantidade de versículos mas, quando comecei a ler não parei mais. Neste salmo há muitas armas que um cristão pode usar em situações de sua vida. Há também o ideal de como deve ser a meditação constante na Palavra e a apreciação pela mesma (Sl 119:97) e para nós jovens, revela que nosso caminho será purificado se a observarmos (Bíblia). Mas como faremos isso?
O salmista escreveu constantemente que os estatutos do Senhor eram seus guias, que ele os observava de dia e de noite para não ser confundido (6-11), para fugir de cair em tentações (101-105). Acredito que para usar essas palavras, ele as conhecia, ou seja, ele lia e meditava, e consequentemente aplicava o que aprendia em sua vida. Perceba que é um processo prático de três partes:
1º Ler (conhecer)
Mesmo não conseguindo entender tudo que lemos, devemos simplesmente ler. A Bíblia é alimento para nosso espírito. No ínicio realmente é difícil, é preciso esforço e dedicação para criar um hábito. Já ouvi falar a seguinte frase: "Semeie um ato diário, colha um hábito. Semeie um hábito, colha um caráter. Semeie um caráter, colha um destino!"
E o alimento vem de acordo com a nossa "idade espiritual", ou seja, nossa maturidade. O crescimento espiritual é semelhante ao físico, no início precisamos de mingau e Papai nos dá algo fácil de ser entendido. Com o tempo, passamos a comer arroz com feijão, que são as bases para o sustento e chegará um momento (e esse é o objetivo) que iremos comer comida forte como feijoada sem problemas.
2º Meditar (entender)
No dicionário, meditar significa estudar, considerar, pensar sobre. Quando algo nos intriga geralmente ficamos pensando sobre aquilo por um tempo. Com a Bíblia funciona assim também, lemos algo que não entendemos e ficamos tentando entender, pensando sobre aquilo, "mastigando" a saborosa refeição. Algo que muita gente não faz e que ajuda muito: ANOTE! Anote o que vc entendeu, o q vc descobriu, suas dúvidas, etc. Isso ajudará a sua meditação e estudo. Não existe um verdadeiro estudo sem lápis (caneta) e papel por perto!
Há ainda um outro detalhe importantissimo:
"Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente."
1 Corintios 2:14
Ore! Ore antes de ler a bíblia para q o ESPIRITO SANTO ilumine seu entendimento! A atitude ideal quando não entendermos algo é buscar entender, se não conseguimos sozinhos, procuramos alguém (pastor, líder) que nos ensine. Mas precisamos conhecer a Palavra, porque ela é a arma que usamos para lutar contra a pressão e tentação que vem sobre nós. Quando entendemos o que foi lido, o ensino entra em nosso coração (se deixarmos) e começa a fazer parte das nossas atitudes, formas de julgar as situações, formas de agir etc. Precisamos meditar (mastigar) a Palavra para não sermos confundidos e a Bíblia chama de bem-aventurado aquele medita de dia e de noite. Então passamos para o próximo estagio do processo, o da aplicação.
3º Aplicação
Como já vimos, após ler (conhecer) e meditar (entender) na Palavra, deixando ela entrar em nós, automaticamente começamos a aplicar o que foi aprendido. Nessa etapa a Palavra vira nossa arma e guia. Exemplo, quando alguma tentação vier sobre nós, lembraremos que nos foi ensinado: "resisti firmemente ao diabo e ele fugirá de vós" e isso nos ajudará a não cair. Ou então, quando cairmos e o diabo vier nos acusar lembramos ele que "…quem intentará acusação contra os filhos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo quem morreu, ou antes, quem ressuscitou e está assentado a direita de Deus e intercede por nós".
O tão conhecido "Lâmpada para os meu pés é a tua palavra e luz para os meus caminhos" passa a ser prático nas situações do dia-a-dia, quando precisamos tomar uma decisão e não queremos errar lembramos daquilo que aprendemos (nos alimentamos) e tomamos a decisão, como fez o salmista em várias situações de perseguição, de angústia e tristeza, de indecisão, dizendo que por conhecer e observar a Palavra ele foi salvo.
Começamos a sentir desprezo pelas coisa do mundo e prazer pelas coisas que são do alto!
Assim como nosso corpo não vive em alimento, não podemos e nem devemos viver sem a Palavra! Como diria aquela velha frase: "Saco vazio não para em pé!" Então para que você não caia, leia, medite e aplique a palavra de DEUS! Alimente-se! Isso nos trará maturidade, e chegaremos as palavras do salmista:
"Tu, pelos teus mandamentos, me fazes mais sábio do que os meus inimigos; pois estão sempre comigo. Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, porque os teus testemunhos são a minha meditação. Entendo mais do que os antigos; porque guardo os teus preceitos" (Salmo 119:98-100)
"Quem dera que os meus caminhos fossem dirigidos a observar os teus mandamentos." (Salmo 119:5)
"Oh! Quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia." (Salmo 119:97)
"A tua palavra é muito pura; portanto, o teu servo a ama." (Salmo 119:140)
Te incentivo a ler a Bíblia, (especialmente o Salmo 119) pois o mundo vem com tudo pra cima de nós, mas Deus nos dá as ferramentas necessárias para vivermos uma vida íntegra e em santidade. Jesus acredita em nós e Ele diz: "Jovens, sois fortes e já vencestes o maligno".
Por isso "busquemos com paciência a carreira que nos foi proposta" "não olhando para as coisas que para trás ficam, mas prosseguindo para O alvo."
- Nova Geração

A mulher e sua auto-estima


"Eu sou morena, porém formosa, ó filhas de Jerusalém, como as tendas de Quedar, como as cortinas de Salomão". (CT.1:5; 2:1 )
I)Definição:
Auto-estima
é avaliação que a pessoa faz de seu valor, competência e significado.
Auto-imagem
é a idéia que fazemos de nós mesmos. É a atitude estar satisfeito com a sua vida e identidade não precisando provar ou demonstrar nada.
A auto-imagem, ou auto-aceitação não é um mero sentimento que oscila entre: às vezes me sinto bem; outras vezes me sinto mal. O sentimento de auto-estima é algo mais profundo. É uma atitude que me norteia, dando óculos emocionais através dos quais enxergo a vida toda. Se eu me aceito, normalmente enxergo a vida de forma positiva. Se eu não me aceito, normalmente enxergo a vida de forma negativa e pessimista. (Jo. 10:10)
II) Paulo nos ensina em Filipenses 4:11b-13, três fatores imprescindíveis quanto ao viver com qualidade:
1. A atitude de estar contente foi aprendida. Não é automático. Desenvolver a auto-estima de forma sadia requer esforço e desenvolvimento espiritual.
2. Em segundo lugar precisamos adaptar-nos. Ele diz: "Aprendi a adaptar-me..." (BLH) Se formos rígidos, dogmáticos, inflexíveis ou perfeccionistas, teremos dificuldade em desenvolver nossa auto imagem.
3. Em terceiro lugar, o contentamento de Paulo, expressa uma dependência total de Deus. O apóstolo não se coloca como um super-homem, sua atitude de contentamento é porque ele tudo pode naquele que o fortalece - Jesus Cristo. Para Paulo e para nós, Cristo em nosso interior (Cl. 1.27) determina nossa atitude de contentamento e aceitação.
III) A BÍBLIA ENFATISA O VALOR HUMANO AOS OLHOS DE DEUS.
1. Fomos criados a imagem e semelhança de Deus (Gn. 1:27).
2. Fomos criados com capacidade intelectual (Gn. 2:19).
3. Fomos criados com capacidade de nos comunicar.
4. Fomos criados com liberdade de fazer escolha (Gn. 3:2-6).
5. Fomos criados para dominar sobre o resto da criação (Gn. 1:28). A Bíblia nos descreve um pouco menor que os anjos (Sl. 8:4,5).
IV)OS EFEITOS DA BAIXO AUTO-ESTIMA:
Pessoas com problema de auto-aceitação tem tendências para:
1. Isolamento,
2. Impotência para superar deficiências,
3. Dificuldade para se relacionar com pessoas,
4. Ser super dependentes,
5. Insegurança,
6. Não gostar de si mesma,
7. Queixar-se,
8. Não sabe perder,
9. Não se preocupar com a aparência.
V)TRÊS LADRÕES DA AUTO-IMAGEM.
1. Seus sentimentos. Sentimentos não podem dominar você, devem ser dominados.
2. As circunstâncias. Seu contentamento não pode estar condicionado às circunstâncias da vida (Hb. 3:17,18)
3. Opiniões de outros. A opinião dos outros não pode estar acima da opinião de Deus e a sua. Toda pessoa que é escrava das opiniões dos outros, tem problema de complexos.
VI)AUTO-IMAGEM E IDENTIDADE.
1. Nossa identidade é o que realmente somos em qualquer lugar.
2. Nossa identidade é o que realmente somos, não importa com quem estamos.
3. O HOMEM - Tem a tendência de ganhar significado através do trabalho.
4. A MULHER - Tem a tendência de ganhar sua auto estima por meio do seu relacionamento.
VII)POR QUE MUITAS PESSOAS TÊM AUTO-ESTIMA NEGATIVA?
1. Quando se aprende uma "Falsa Teologia".
2. O pecado (O sentimento de culpa destrói a auto-aceitação).
3. Experiências passadas.
4. Relacionamento entre pais e filhos. (criticas infundadas, falta de elogio, fala de carinho, super-proteção, pais dominadores, etc.)
5. Expectativas irreais.
6. Pensamentos errados. (Ex: "Ninguém gosta de mim". "Não valho nada".)
7. Influências da sociedade longe de Deus.
VIII)SEIS NÍVEIS DE EXPRESSÃO DE AUTO-IMAGEM DA MULHER DE CANTARES.
A afirmação diferenciada que o cônjuge faz do outro é sempre geradora de auto-imagem naquele que a ouve e que a recebe para si.
1. Em relação a sua aparência. (Ct. 1:5) Mesmo a eventual cor da sua pele, excessivamente queimada do sol, não lhe tira a certeza da beleza.
2. Em relação ao seu ego. (Ct. 2:1)
3. Em relação a posse. (Ct. 2:16) "O meu amado é meu..." A Sulaminta, de Cantares, é mulher segura e de firme convicções. Não se julga incapaz de despertar o amor, como sucede com muitas pessoas que, porque não se amam, nunca admitem que são amadas, e quem não se ama, jamais se vê como capaz de despertar amor ou admiração em alguém.
4. Em relação a entrega. (Ct. 7:10) "Eu sou do meu amado..."
5. Em relação a ausência. (Ct. 7:10) "Ele tem saudades de mim..." Outra vez, a Sulamita aparece como uma mulher consciente de que a sua ausência é geradora de saudade e desejo no companheiro. Estar longe dela, é estar carente; é estar com menos, é ser infeliz, é estar incompleto.
6. Em relação ao caráter. (Ct. 8:10) Por último, ela se afirma como conhecedora do tipo de caráter de que é tecida.

Crie um clima emocional positivo em sua casa!


Feliz é o homem que irradia felicidade sendo humilde, sensível, manso, pacificador e solidário".
(Bíblia - Mateus 5.3-9)
"O estreitamento dos laços conjugais gera uma sensação
de segurança em todos os membros da
família".
(Stephen R. Covey)
"Eu aprendi que, quando você está
amando, dá na vista".
(William Shakespeare)
Encha a sua casa com provas de seu amor. Transforme sua casa em um santuário emocional. Use a sua criatividade para externar seus sentimentos mais valiosos e nutritivos. Por mais simples que seja sua residência, ela pode se tornar um jardim do Éden, onde a música da alegria é ouvida por todos. Não basta morar bem e viver mal. Quantas pessoas moram em palácios, mas se sentem dentro de um campo de concentração?! Talvez você esteja se perguntando: como eu posso encher a minha casa com provas do meu amor? A palavra-chave é: seja coerente. Não pode haver incoerência entre o que você fala e as suas ações. Se pela manhã você diz ao cônjuge: "Te amo", porém à tarde o agride, dizendo: "odeio seus pais", isso é demonstração de incoerência. Quando declaramos verbalmente o nosso amor, precisamos validar essa declaração através das nossas atitudes, comportamentos e ações. Outra forma de encher sua casa com provas de seu amor, transformando-a em um santuário emocional, é: provendo alegria, pacificando (construindo pontes que ligam um coração ao outro), sendo paciente, benigno(a), bondoso(a), fiel, manso e sendo uma pessoa autodisciplinada (Gl 5.22-23). Sua casa pode ser o melhor lugar do mundo se ela for uma central terapêutica do amor, pois só o amor transforma pedras em pão ou corações de pedra em corações de carne. Dicas que podem ajudar:
1. Dê cinco abraços por dia no cônjuge e em cada um dos filhos;
2. Não saia de casa sem dar um beijo no cônjuge acompanhado de um toque significativo;
3. Deixe, às vezes, um bilhete com uma palavra de elogio, gratidão e,ou, amor.
4. Surpreenda seu cônjuge na hora da refeição, com uma declaração de afeto, exemplo: "Que bom que estou aqui com você!... Que delícia de família! ou Como está gostosa essa refeição!";
5. Demonstre, de forma criativa, o valor dos pais dele(a), promovendo um almoço em casa e convidando-os de forma especial;
6. Deixe no quarto de vocês um porta-retrato com uma foto em que os dois estejam abraçadinhos, para lembrar afetuosidade;
7. Deixe seus filhos verem vocês demonstrando carinho e afetuosidade um para com o outro;
8. Deixe, na secretária eletrônica, uma mensagem de "bom-dia", bem romântica;
9. Quando terminar de orar às refeições, ou à noite com a família, ou ao levar as crianças para escola, abençoe-os com promessas de Deus.

Louvando à Deus em meio a dor.

Louvando à Deus em meio a dor.


"E, havendo-lhes dado muitos açoites, os lançaram na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança. O qual, tendo recebido tal ordem, os lançou no cárcere interior, e lhes segurou os pés no tronco. E, perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam. E, de repente, sobreveio um tão grande terremoto, que os alicerces do cárcere se moveram, e logo se abriram todas as portas, e foram soltas as prisões de todos." (Atos 16:23-26).
Paulo e Silas estavam na Macedônia quando encontraram uma jovem que estava possessa por um espírito de adivinhação. A Bíblia narra que essa moça dava muito lucro aos seus senhores. Paulo expulsou aquele espírito maligno. Quando os donos da jovem escrava viram que seu lucro iria embora, criaram uma confusão e conseguiram que eles fossem presos. Perto da meia-noite, Paulo e Silas estavam nus, presos pelos pés, amarrados em um tronco, com as costas ardendo dos açoites que tomaram. Aparentemente, tinham todas as razões do mundo para murmurar. Estavam vivendo sob provação, passando pelo "vale escuro", e o que fizeram? Reclamaram ou murmuraram? Não. Eles oraram e entoaram cânticos de louvor ao Senhor. Aqueles que conseguem se comportar dessa maneira, em meio à provação, sem dúvida, são possuidores de grande saúde emocional.

Como superar as dores do passado


O passado pode nos influenciar mais do que gostaríamos. Há dores do passado que, muitas vezes, não conseguimos superar. Há feridas na alma que demoram a sarar, há traumas que se recusam a ir embora e se levantam como fantasmas para nos atormentar. No livro de 1 Crônicas 4.9,10 lemos a história de Jabez, um homem que superou as dores do seu passado. Ele foi mais nobre do que seus irmãos porque não se conformou com a decretação da derrota em sua vida. Sua mãe lhe deu esse nome, porque com dores o deu à luz. Muito embora Jabez estivesse carimbado por um passado de dor, reagiu a essa situação e superou esses traumas. A solução não veio da psicologia de auto-ajuda, mas da ajuda do alto. Ele invocou o Deus de Israel e, dos céus brotou a sua cura. Jabez fez quatro coisas para superar as dores do seu passado:
1. Ele clamou pela bênção de Deus - Seu pedido foi: "Oh! Tomara que me abençoes.". Em vez de olhar pelas lentes do retrovisor, ferido pelas lembranças amargas do seu passado, Jabez olhou para o alto e rogou a bênção de Deus. Em vez de viver preso no cipoal da amargura, curtindo os traumas da sua infância, ele buscou a Deus e rogou sua bênção. Jabez reagiu. Ele não se conformou com o caos. Ele sacudiu o jugo do passado. Ele entendeu que sua vida não precisaria ser uma jornada de dor, mas uma caminhada sob a bênção de Deus. De modo semelhante podemos, também, buscar a bênção de Deus em vez de vivermos prisioneiros de um passado de dor.
2. Ele clamou pela prosperidade de Deus - Jabez prosseguiu: ". e me alargues as fronteiras". Jabez não se encolheu diante de um passado de dor, mas olhou para frente e avançou com mais ousadia. Ele não quis ser influenciado pelos acontecimentos dolorosos do ontem, mas um influenciador no futuro. Jabez quer mais espaço, mais influência, mais oportunidade para ser uma bênção nas mãos de Deus. Jabez é um homem com visão do farol alto. Em vez de ficar lamentando seus pesares nos vales da vida, ele sobe nos ombros dos gigantes para divisar horizontes ainda mais largos.
3. Ele clamou pela presença de Deus - Jabez continuou: ". que seja comigo a tua mão". Jabez não quer apenas as bênçãos de Deus, ele quer, sobretudo, o Deus das bênçãos. O doador é mais importante do que suas dádivas. O abençoador é mais importante do que suas bênçãos. Mais do que coisas, Jabez ansiava por Deus. Mais do que ajuda dos homens, ele queria a mão de Deus conduzindo sua vida. Para superar as dores do passado nós precisamos da presença de Deus e da fortaleza do seu braço para nos sustentar.
4. Ele clamou pela proteção de Deus - Jabez concluiu, dizendo: ". e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição.". Jabez entende que a vida é cheia de perigos. Há inimigos de fora e temores de dentro tentando nos manter prisioneiros no calabouço do medo. A vida não se processa num parque de diversões, mas num campo de batalha. Jabez anseia pela proteção divina. Ele deseja proteção tanto do maligno como da aflição provocada por ele. A breve, mas intensa biografia de Jabez termina dizendo: ". e Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido". Como Jabez, você também, pode superar as dores do seu passado!
extraído de: hernandesdiaslopes.com.br