Seguidores

terça-feira, 14 de junho de 2011

Perdida e sem Direção

Ai não, estou super atrasada!!!"
 falei comigo mesma ao olhar o relógio.
Começa o corre-corre!
Corre para o banheiro, corre no banho, corre para se arrumar, corre para o carro..
.Nisso tudo, esqueci de pegar o endereço com as coordenadas de como chegar lá.
Tudo bem, acho que sei onde fica...Entro numa rua, entro na outra, viro aqui,
depois viro ali, nada de achar o lugar...Insisto e percebo que o lugar está ficando
"barra pesada"
Lembro do celular e o procuro na bolsa, mas para variar, esqueci em casa no meio
do corre-corre.
Continuo virando aqui e ali mas agora estou na esperança de achar o caminho de
 volta pra casa, nem estou mais preocupada em achar o endereço, apenas
querendo sair daquele lugar.
Todas as ruas parecem iguais e muito diferentes ao mesmo tempo...
 Estou perdida, não sei para onde ir.
Gente que pavor, pedir ajuda nessa área, nem pensar!Começa a anoitecer e tudo
 lá fora parece mais assustador e para piorar olho para o tanque de gasolina e já
está no vermelho...Começo a me desesperar, a chorar e me perguntar o por quê!
Por que fiz isso? Por que sair sem direção? Coloco a cabeça o volante e dou vazão
às lágrimas...Olha onde você se meteu!!!!"

Uma vida sem Jesus pode ser comparada a esse cenário.
Entra numa rua, entra na outra e quando vê está lá no meio de um lugar perigoso e sem
 saber o que fazer! Como sair dali? Para que lado ir? Bate
o maior desespero...Eu era assim, vivia sem rumo e sem direção.Existem princípios que
 nossos pais nos tentam ensinar, mas aí vem os amigos com outros princípios, os outros
 familiares com outros e quando você vê, não sabe
qual caminho seguir...Somente com Jesus encontrei verdadeiros princípios a seguir,
encontrei meu caminho...Como um pai querido que ama seus filhos, Ele nos dá direção.
Muitas vezes suas direções parecem duras, severas, nos sentimos com se Ele quisesse
cortar o nosso "barato"!Mas como um Pai zeloso, que ama demais aos seus filhos,
Ele vê lá na frente, sabe o que é bom e o que não é.Ele quer nos poupar de sofrimentos,
quer nos proteger, mas quantas de nós não entendemos isso e como adolescentes
rebeldes, nos revoltamos contra Ele!"Por que não posso dormir com ele sem estar
casada, se o amo?!""Por que tenho sempre que falar a verdade? Vou me dar mal!!""
Por que não posso ir nessa festa?!""Por que não posso usar essa roupa?!!"Tudo porque
Ele nos ama e quer o nosso bem, quer nos proteger, quer que encontremos a verdadeira
felicidade!Como um verdadeiro Pai, Ele cuida, Ele protege àqueles que
O obedecem, pois esses sim O reconhecem com Pai.Pai amoroso, Pai cuidadoso,
Pai que deu sua própria vida por seus filhos.Pai que nunca deixou e nunca irá deixar
seus filhos amados perdidos e sem direção!Nunca saia de casa sem o mapa com as
direções que seu Pai celestial deixou, as tenha guardadas na tábua do seu coração.
Dessa forma, nunca mais se encontrará, perdida, abandonada, sem rumo ou sozinha..

“Deus enxugará dos seus olhos toda lágrima “(Ap. 21.4)

“Deus enxugará dos seus olhos toda lágrima “(Ap. 21.4)
Você já imaginou chegar em casa depois de uma viagem e não encontrar a sua família e sua casa? Nesta hora parece que o chão se vai, tudo acabou a vida chegou ao fim. Não  é bem isso que acontece? Pois é, foi o que aconteceu com Davi após retornar à sua casa. Chegando Davi e mais alguns homens em suas casas  depararam – se com uma situação desoladora. Suas casas haviam sido queimadas, seus bens saqueados e suas mulheres e filhos raptados. Davi e os homens choraram até não terem mais forças. Mas como se não bastasse esses homens queriam apedrejar Davi culpando – o do que havia acontecido. Apesar de toda aquela situação  de toda aquela Davi procurou por Deus, Davi buscou a direção para qual ele deveria seguir naquele momento. (1 Samuel 30-1.8) E quantas vezes nos deparamos com situações semelhantes a de Davi, onde ficamos angustiados e sem saber o que fazer?
Talvez ao ler este texto você esteja lembrando do próprio choro e que também suas forças chegaram ao fim. O choro pode ser uma expressão de dor, separação, luto.... é bom, traz alívio. Mas o choro deve ter limite. Ficar chorando não vai resolver o seu problema. No meio do choro é preciso tomar uma decisão ir à luta – e Davi mostra nessa historia onde se encontra essa ajuda. É possível perceber que existe um caminho a seguir e que as forças se renovam a cada dia, vão surgindo novas perspectivas, a esperança cresce. Ao fim da história de Davi podemos concluir que: sempre temos dois caminhos a seguir, duas direções... uma nos leva ficar prostrados lamentando a situação e o outro nos leva a lutar e perseverar para chegar ao nossos objetivos a recuperar o que perdemos. Então basta você escolher o caminho certo e esse caminho é o do nosso Senhor Jesus.

“O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.” (Sl 30.5)

segunda-feira, 6 de junho de 2011

É o velcro Gospel: Lanna Holder desvira o desvirado e abre igreja de sapatão!


Missionária Lanna Holder e Pastora
Rosania Rocha Inauguram a Comunidade
Cristã Cidade de Refúgio em São Paulo.

 MÁTERIA DE TERCEIROS

RESUMIDA VER FONTES



 Acabou o mistério! Nada de cd de louvor, livro ou uma nova mensagem em DVD, a Missionária Lanna Holder acaba de divulgar em seu site oficial a inauguração de seu ministério, a Comunidade Cristã Cidade de Refúgio. Como já tínhamos adiantado aqui no blog e por pedido da Pastora Rosania Rocha, não tínhamos revelado exatamente o que era.

Esse sem dúvida será o grande divisor de águas nas vidas da Missionária Lanna Holder e de sua companheira Rosania Rocha e irá com certeza impactar muitas vidas.

A Cidade de Refúgio é uma comunidade cristã inclusiva fundada pela Missionária Lanna Holder e que já possui até célula em Portugal, a inauguração será entre os dias 03 e 05 de junho de 2011 na Avenida São João, 1600 - Centro, São Paulo. O site oficial ainda não está totalmente pronto, mais já podemos ver algumas informações: jesuscidadederefugio.com




Além da Cidade de Refúgio também será inaugurada a ong Mãos em Ação que pretende estender as mãos a todos quanto sofrem ou sofreram todo tipo de trauma, seja de ordem psíquica, física, mental e emocional, conseqüência de maus tratos, rejeição, agressões físicas ou verbais e até ações de cunho homofóbico devido a sua sexualidade.

Abaixo reproduzo o propósito da Cidade de Refúgio por suas próprias fundadoras:

A CIDADE DE REFÚGIO está pronta, chegamos ao fim das reformas e das obras, os projetos que foram gerados no coração de Deus, nasceram em nossos corações, e em tempo hábil para dizermos que foi um fruto concebido sob circunstâncias sobrenaturais.Alguns de nós passaram anos gerando, gerando sonhos e enquanto gerávamos podíamos sentir a alegria de romper a esterilidade, as impossibilidades de uma lei severa e desprovida de misericórdia,que trazia consigo os maus presságios de um futuro sem esperança e uma eternidade sem GRAÇA!

Este fim de reforma extrai agora de todos nós envolvidos o urgente anseio de começar a reformar VIDAS! Fomos concebidos sob essa expectativa e não vacilaremos em prosseguir para o ALVO que nos está proposto pelos céus, sob todos os aspectos e circunstâncias nascemos sob a irrefutável convicção de que este propósito é inegociável.

Não nascemos com a perspectiva de levantarmos uma bandeira, mas com a missão de termos a Ele como a nossa única bandeira. Uma igreja que ama a todos e não exclui a ninguém, que anseia ser UM LUGAR AOS ESCOLHIDOS, pela convicção de que Deus não faz acepção de pessoas.

Alguns de nós fomos achados nos lixões. Abortados do seio das igrejas e das nossas casas, sufocando pela busca das respostas que muitos de nós não tínhamos, mas incansavelmente ansiávamos, pelo simples desejo de ADORÁ-LO.

É, somente cada um de nós pode avaliar sua própria historia e sua própria dor. Cada um pode dizer quantos anos durou sua esterilidade, e contar porque a pior dor não era a de ver os filhos da outra nascer, mas a angustia de não gerar. Enfim, que seus filhos nasçam, cresçam, sejam heróis, ostentem troféus, ergam cetros e reinem desde que nossos filhos sejam ao menos ajudante de sacerdote.

Que a falta de visão dos lideres que cercam essa geração, não impute pecado aos sonhadores, que não enxerguem nos que sonham a embriagues dos que almejam apenas uma vida de boemia e de ilusões, mas conheçam em nós a insistência de romper a impossibilidade pelo compromisso de buscá-Lo insistentemente até que sejamos ouvidos.

Geramos durante meses e porque não ousar dizer que estamos gerando há anos? A nossa hora chegou, e alguns de nós já sentem as dores de parto, a tristeza já fez seu repouso, mas já veio de malas prontas porque a alegria já selou sua morada permanente.

Que nasça a CIDADE DE REFÚGIO, e que venham os outros REFÚGIOS, afinal na chegada de cada um deles damos a luz aos nossos sonhos, rompemos as impossibilidades e a esterilidade. Que este ano seja o ano dos que insistiram em sonhar, e que as lagrimas da perseverança hoje sirvam pra regar os RAMOS NOVOS.

Nele em quem damos frutos!

Lanna Holder e Rosania Rocha




Missionária Lanna Holder e Pastora Rosania Rocha na construção da igreja.


Abaixo, assistam o convite feito por Lanna Holder:







COMENTÁRIO DO PR. ANSELMO MELO

Quem nunca ouviu falar de Lanna Holder, a queridinha de vários “púlpitos famosos” no Brasil e no exterior.

A bomba agora explodiu de vez, o reator da usina vazou deixando pasmados novamente seus admiradores e fiéis seguidores. Centenas de pastores mundo afora terão de subir em seus púlpitos para dar explicações as suas comunidades.

Ela fez fama e conquistou admiradores com seu testemunho de conversão, onde afirma que era lésbica e viciada em drogas. Conquistou dinheiro e fama aqui e em outros países. Centenas de ministérios disputavam “a tapas” a presença da carismática Lanna em seus púlpitos. Em pouco tempo ela se transformou numa espécie de “avatar da sorte” para quem queria manter sua congregação lotada.

Em 2002 ela abandonou o marido e envolveu-se em uma relação homossexual com a dirigente de louvor da World Revival Church – Assembléia de Deus de Boston, nos Estados Unidos.

A multidão de fiéis que consumiam com voracidade fitas e vídeos com pregações da missionária assistiram atônitas sua derrocada espiritual.

Lanna ganhou muito dinheiro comercializando seu falso testemunho

Exatamente ela que fez fama com o testemunho de ex parece agora protagonizar aquele versículo que diz: “Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama”.2 Pedro 2:22.

Lanna Holder se afastou dos púlpitos, sofreu um seríssimo acidente de carro que quase ceifou sua vida, fez um voto ao Senhor e foi curada de uma lesão grave no coração.

Após seis anos de reclusão voltou aos púlpitos, os convites logo chegaram de todas as partes, do Brasil, dos EUA e da Europa. Tudo parecia ir bem até pouco tempo.

Não demorou e a desconfiança de alguns veio a revelar-se verdadeira. Lanna Holder , a ex lésbica e viciada, depois convertida e restaurada, (segundo seu próprio testemunho), volta a prática do homossexualismo, envolve a Igreja de Cristo em um terrível escândalo, se arrepende , faz votos ao Senhor, tem seu ministério restaurado e, agora, novamente volta as mesmas práticas.

Isso mesmo meus irmãos, a ex,ex,ex alguma coisa, agora assumiu de vez sua opção pelo pecado do homossexualismo. Juntamente com a “pastora” Rosania Rocha ela acaba de inaugurar em São Paulo a “Comunidade Cristã Cidade de Refúgio”, uma espécie de “igreja arcabouço” para gays e lésbicas praticarem sua espiritualidade, agora com a consciência anestesiada pelas pregações de Lanna.

[...]


Segue a matéria com a reportagem completa do caso Lanna Holder publicada na revista Eclésia de janeiro de 2009 e as informações do próprio site dela e do blog http://ex-hetero.blogspot.com,que festeja a atitude de sua nova musa homossexual, eles exibem tais matérias como troféus conquistados em algo que consideram uma luta por espaço travada com os Cristãos.








Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2011/06/e-o-velcro-gospel-lanna-holder-desvira.html#ixzz1OVQW8KC0
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial Share Alike

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Aprendendo sobre família com o Pai do Filho Pródigo - Parte 3




Dicas para os PAIS que desejam fazer o melhor:

Disse John Galsworthy: “O valor de um afeto está vinculado à soma de sacrifícios que você está disposto a fazer por ele”. Conta a lenda que certa mulher pobre com uma criança no colo, passando diante de uma caverna escutou uma voz misteriosa que lá dentro lhe dizia: "Entre e apanhe tudo o que você desejar, mas nao se esqueça do principal. Lembre-se, porém, de uma coisa: Depois que você sair, a porta se fechará para sempre. Portanto, aproveite a oportunidade, mas não se esqueça do principal.
A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no seu avental. A voz misteriosa falou novamente: "Você só tem oito minutos." Esgotados os oito minutos, a mulher carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou... Lembrou-se, então, que a criança ficara lá e a porta estava fechada para sempre! A riqueza durou pouco e o desespero, sempre.
O mesmo acontece, às vezes, conosco. Temos quem sabe uns oitenta anos ou mais para viver, neste mundo, e uma voz sempre nos adverte: "Nao se esqueça do principal!" Inclusive a Bíblia diz qual deve ser a nossa lista de prioridades. (Mt 6:33) Uma das coisas principais, dentre muitas são os filhos. Mas o ativismo, o desejo de alcançar o topo, de ganhar mais, de construir mais no consome. Assim, esgotamos o nosso tempo aqui, e deixamos de lado aquilo que é essencial: "Os verdadeiros valores!" Não podemos esquecer que que a vida passa muito rápido e que a morte chega inesperadamente. E quando a porta desta vida se fechar para nós, de nada valerão as lamentações. Para que isso não aconteça nunca perca a oportunidade de abraçar o(a) filho(a), de fazer uma declaração do seu amor, de pedir perdão quando necessário, de estender a mão solidariamente, de ouvir para compreender, e não apenas para responder, de investir tempo com a qualidade da vida deles e de dar ouvidos, dedicando-lhes atenção personalizada.
Algumas ocasiões são únicas na vida. Cada dia é uma oportunidade que Deus nos dá para semear as nossas sementes no solo do coração dos filhos. Pense no que você pode fazer hoje para marcar positivamente o coração do seu filho. Felizes são os filhos que são surpreendidos por seus pais, com atitudes que provocam marcas de amor profundas no coração.
O que os pais brilhantes fazem que os outros não fazem:
  • Amam a mãe dos seus filhos, e vive-versa. “Casais ajustados filhos abençaodos”.
  • É amigo(a) pessoal deles. “Todos os amigos são importantes, mas os pais são amigos especiais”.
  • Estão sempre acessíveis a eles. “Não pode haver barreiras entre os pais e seus filhos”.
  • Trabalham apenas com a verdade. “A verdade não tem medo da luz”.
  • Aplicam a disciplina com inteligência emocional. “Manter o ‘burrinho emocional desativado’ é o grande desafio para os pais no processo de educação dos filhos”.
  • Não os expõe à vergonha. “Pais que amam, sabem perdoar e quem perdoa não expõe a vergonha”.
  • Respeitam as lágrimas e as emoções dos filhos. “Homem que é homem chora sempre que necessário”.
  • Não economizam carinho. “Quando falta o pão de carinho em casa, os filhos vão buscar em outro lugar”.
  • Dão sempre uma pausa para responder às suas perguntas. “Pais sacerdotes sempre têm tempo para ouvir os filhos”.
  • Fazem mais elogios do que críticas. “O elogio é uma forma de motivar os filhos a continuar crescendo, progredindo, avançando...”
  • Celebram as vitórias junto com eles. “Não basta só disciplinar quando os filhos erram, é preciso celebrar as vitórias dos filhos”.
  • Pedem perdão a eles, quando reconhecem que erraram. “Os filhos aprendem mais com o exemplo do que com palavras”.

Aprendendo sobre família com o Pai do Filho Pródigo - Parte 2


Faça sempre o melhor que você puder, para não sofrer amanhã com a dor da culpa, do remorso ou do arrependimento.
"Entre as palavras mais tristes que
podem sair da boca de alguém, a mais triste de todas é:
‘As coisas poderiam ter sido de outra maneira”.

“Na excelência não existe arrependimento”. Você costuma dar o melhor de si em tudo o que faz?
John Maxwell disse: “Quem escolhe a mediocridade não se destaca, e sua história nunca será contada”.
O pai do “filho pródigo”, como qualquer um que vê seu filho saindo de casa da pior forma possível, chorou com a dor da separação e da saudade; porém, ele não caiu em depressão por causa de uma possível dor de arrependimento, culpa ou remorso, porque ele tinha consciência de que havia feito o melhor que pôde.
Quem faz sempre o melhor tem mais esperança do que aqueles que nunca se preocupam em colocar excelência no que fazem. Só os que plantam a boa semente podem esperar uma boa colheita.
Você tem feito o melhor que pode para os seus pais, filhos, cônjuge, sogro e sogra, genro e nora, amigos, patrão ou para aquele funcionário que tem um grande potencial e que produz muito em sua empresa? Você tem feito o melhor na construção de relacionamentos? Você tem feito o melhor para Deus?
Quantos empresários sofrem com a dor da culpa por ter perdido um funcionário que não poderia ter se demitido? Quantos pastores sofrem porque perderam alguns membros que não podiam perder? Quantos maridos perderam a esposa, e vice-versa, por negligência? Quantos pais, que perderam os filhos, hoje sofrem com a culpa por nunca terem se preocupado em fazer o melhor que podiam por eles?
Um amigo enviou-me uma história que, ao ler, chorei muito e acabei aprendendo uma grande lição. Vou transcrevê-la abaixo.
Dois irmãozinhos brincavam em frente à sua casa, jogando bolinhas de gude. De repente, Júlio, o menino mais novo, disse ao irmão, Ricardo: - - Meu querido irmão, eu o amo muito, e nunca quero me separar de você! Ricardo, sem dar muita importância ao que Júlio disse, perguntou: - O que deu em você, moleque? Que conversa besta é essa de amar? Quer calar a boca e continuar jogando? E os dois continuaram jogando a tarde inteira até anoitecer.
À noite, o senhor Jacó, pai dos garotos, chegou do trabalho. Estava exausto e muito mal-humorado, pois não havia conseguido fechar um negócio importante. Ao entrar em casa, Jacó olhou para o seu filho Júlio, que sorriu para o pai e disse. - Olá, papai, eu o amo muito, e não quero nunca me separar do senhor! Jacó, no auge de seu mau humor e estresse, disse: - Júlio, estou exausto e nervoso. Então, por favor, não me venha com besteiras! Com as palavras ásperas do pai, Júlio ficou magoado e foi chorar no cantinho do quarto.
Dona Joana, mãe dos garotos, sentindo a falta do filho, foi procurá-lo pela casa, até que o encontrou no cantinho do quarto, com os olhinhos cheios de lágrimas. Espantada, começou a enxugar as lágrimas do filho e perguntou: - O que foi, Júlio, por que você está chorando? Júlio olhou para a mãe, com uma expressão triste, e disse-lhe: - Mamãe, eu a amo muito, e não quero nunca me separar da senhora! Dona Joana sorriu para o filho e lhe disse: - Meu amado filho, ficaremos sempre juntos! Júlio sorriu, deu um beijo na mãe e foi se deitar.
No quarto do casal, ambos se preparando para se deitar, Dona Joana perguntou para o seu marido: - Jacó, o Júlio está muito estranho hoje, não acha? O marido, já muito estressado com o trabalho, respondeu à esposa: - Esse moleque só esta querendo chamar a atenção. Deita e dorme, mulher!
Então, todos se recolheram e foram dormir sossegados. Às 2 horas da manhã, Júlio se levantou e foi até o quarto de seu irmão Ricardo e ficou observando o irmão dormir. Ricardo, incomodado com a claridade, acordou e gritou com Júlio: - Seu louco, apaga essa luz e me deixa dormir! Júlio, em silêncio, obedeceu ao irmão, apagou a luz e se dirigiu ao quarto dos pais... Chegando ao quarto de seus pais, acendeu a luz e ficou observando seu pai e sua mãe dormirem. O senhor Jacó acordou e perguntou ao filho: - O que aconteceu, Júlio? O filho, em silêncio, só balançou a cabeça em sinal negativo, respondendo ao pai que nada havia ocorrido. Daí, o senhor Jacó, irritado, perguntou ao Júlio: - Então, o que foi moleque? Júlio continuou em silêncio. Jacó, já muito irritado, berrou com ele: - Então, vai dormir, seu doente! Júlio apagou a luz, dirigiu-se ao seu quarto e se deitou.
Na manhã seguinte, todos se levantaram cedo. O senhor Jacó iria trabalhar e a dona Joana levaria as crianças para a escola. Mas Júlio não se levantou. Então, o senhor Jacó, que já estava muito irritado com ele, entrou bufando no quarto do garoto e gritou: - Levanta, seu moleque vagabundo! Júlio nem se mexeu. Então, Jacó avançou sobre o garoto e puxou com força o cobertor do menino, com o braço direito levantado, pronto para lhe dar um tapa, quando percebeu que Júlio estava com os olhos fechados e que estava pálido. Jacó, assustado, colocou a mão sobre o rosto de Júlio e pôde notar que seu filho estava gelado. Desesperado, Jacó gritou, chamando a esposa e o filho Ricardo para ver o que havia acontecido com Júlio. Infelizmente, o pior. Júlio estava morto, e sem qualquer motivo aparente.
Dona Joana, desesperada, abraçou o filho morto, e não conseguia nem respirar de tanto chorar. Ricardo, desconsolado, segurou firme a mão do irmão e só tinha forças para chorar também. Jacó, em desespero, soluçando, e com os olhos cheios de lágrimas, percebeu que havia um papelzinho dobrado nas pequenas mãos de Júlio. Ele então pegou o pequeno pedaço de papel, onde havia algo escrito com a letra de Júlio: "Outra noite, Deus veio falar comigo através de um sonho. Ele disse a mim que, apesar de eu amar minha família e de ela me amar também, teríamos que nos separar. Eu não queria isso, mas Deus me explicou que seria necessário. Não sei o que vai acontecer, mas estou com muito medo. E completou:
Gostaria que ficasse claro apenas uma coisa:
  • Ricardo, não se envergonhe de amar seu irmão.
  • Mamãe, a senhora é a melhor mãe do mundo.
  • Papai, o senhor, de tanto trabalhar, esqueceu-se de viver.
  • Eu amo todos vocês!”
Você já prestou atenção em quantas vezes não temos tempo de parar para amar e receber o amor que nos é ofertado? Talvez, quando acordarmos, possa ser tarde demais. Mas, ainda há tempo! Quem sempre faz o melhor, e sabe dar significado em tudo o que faz dentro e fora de casa, mesmo que esteja ao lado do caixão, não vai sofrer a dor da culpa e do remorso. O pai e o irmão do Júlio não fizeram o melhor e, por isso, sofreram com a dor da culpa.

Aprendendo sobre família com o Pai do Filho Pródigo - Parte 1


  • Nem tudo na família sai
como nós PLANEJAMOS.

“Planejar é imprescindível, mas isso não quer
dizer que não haverá risco no caminho”.

Nenhum pai com o perfil do caráter do pai do “filho pródigo” pensa em gerar alguém que se transforme num filho para ser um rebelde, alcoólatra, homossexual, traficante, drogado, prostituta, criminoso, assassino, estelionatário etc.
No ano de 2002, saiu em toda a imprensa uma notícia que chocou o Brasil. Uma jovem universitária, filha de um casal de classe média alta, planejou com o namorado a morte dos pais. Enquanto o namorado e o irmão dele assassinavam o casal a golpes de pauladas, a filha aguardava os criminosos em uma outra parte da casa. Nenhum pai, por mais ignorante que seja, cria os filhos para se transformarem em seus próprios “assassinos”.
Cada filho que nasce é como um sonho que enche os pais de expectativas positivas. O filho mais novo da parábola que estamos citando era um dos projetos do pai sonhador. A maneira como aquele pai tratava os dois filhos em meio às contradições comportamentais deles revela as intenções do seu coração.
Eu, particularmente, como pai, tenho feito grandes investimentos na vida dos meus filhos. Isto revela muito daquilo que eu desejo para eles no futuro. Os pais quase sempre pensam e agem assim. Porém, quando lemos uma história semelhante a essa, contada por Jesus, onde o filho caçula se rebela, declarando que, entrelinhas, “deseja a morte do próprio pai”, a pergunta que muitos fazem é: esse filho tinha motivos para agir assim? O que pode levar um filho a tomar uma atitude como essa? Onde os pais erraram?
Fazendo uma análise detalhada do texto, concluímos que ele tinha mais motivos de sobra para nunca desejar sair de casa, para nunca se rebelar: 1) Ele tinha um pai incrível. A maior prova disso está no que ele diz quando toma a decisão de voltar: “Levantar-me-ei e irei ter com o meu pai...” (Lc 15.18); e vou pedir perdão; 2) Ele tinha uma casa para onde voltar todos os dias (Lc 15.25); 3) Ele tinha um campo cheio de novilhos (Lc 15.23); 4) Ele tinha empregados (Lc 15.17); 5) Ele tinha acesso à música (Lc 15.25).
A pessoa que possui tudo isso dentro do próprio lar tem motivos de sobra para querer morar ali, receber o carinho e a atenção que lhe são oferecidos dia após dia. Possui motivos para ser um filho completamente dedicado e apaixonado por esse pai, e ainda se “esbaldar” com os benefícios financeiros que lhe poderiam promover bem-estar físico. Ou seja, dentro daquele lar, com um pai maravilhoso, esse filho mais novo poderia se sentir completamente feliz e saudável, emocionalmente falando. Mas as coisas nem sempre funcionam assim!
Eu já encontrei muitos pais se questionando: “Deus, por que meu filho não se comporta adequadamente, não “anda” de acordo com o que seria considerado correto, se eu procurei fazer o melhor que pude? Onde eu errei?”
No meu caso, à semelhança de muitos, eu também estou procurando fazer o melhor que posso para os meus filhos. No entanto, não podemos nos esquecer: a decisão da escolha da vida que eles querem cabe a eles – os filhos – e não a nós, os pais. Nenhum pai pode tomar decisão alguma no lugar dos filhos. Nem Deus interfere na escolha do homem: é a Lei do Livre-Arbítrio. O que podemos fazer é ensinar e orar, para que Deus dê aos nossos filhos sabedoria e discernimento na hora de tomar decisões relevantes na vida.
Lembre-se, o pai de Sansão planejou o melhor para o filho, mas as coisas não saíram como ele esperava. O pai de Judas Iscariotes com certeza não gerou o filho para ser o traidor de Jesus. O pai de Saul nunca imaginou que o seu filho teria aquele fim (suicidou-se). O pai do Rei Manassés não gerou um filho para ter atitudes monstruosas, como aconteceu. Por isso, a Parábola do Filho Pródigo nos ensina justamente isto: nem tudo na família sai como nós planejamos.

DEZ MANEIRAS DE DESTRUIR UM CASAMENTO


Como um casal através do abuso do poder pode destruir o casamento.
Pr. Josué Gonçalves
Solicitar e exigir o centro das atenções.
Um cônjuge pode tender a monopolizar a relação, pedir atenção, exibir suas realizações e deixar os outros esperando a fim de manter um senso de controle. A pessoa que busca o controle irá exigir constantemente aprovação. Para isso, o ponto central da discussão deve ser sempre ela.
Manipular, mandar e castigar.
A manipulação através da repreensão, desprezo, críticas, acusações e regularizações que destrói o vínculo conjugal. A vantagem é do atacante, e eles logo aprendem que é importante atacar primeiro. Como resultado, o que toma a iniciativa acusa o outro de ser o responsável pelo que considera um erro. Este tipo de poder conjugal coloca o parceiro numa posição defensiva e o torna vulnerável à manipulação do atacante.
Negar intimidade.
O cônjuge que deseja o poder muitas vezes irá criar e manter a distância do parceiro. O medo de perder o “controle” não permite intimidade. Esse tipo de abuso pode levar o parceiro ignorado a procurar calor, aceitação e amizade em outros lugares.
Apenas receber
“O que eu ganho com isso?”, é a pergunta na mente desse cônjuge. Algumas vezes o “recebedor” fará uso do charme, inteligência persuasão, desaprovação ou desprazer para conseguir o que quer dos outros. A tendência de usar o cônjuge com fins egoístas, não colaborando e tentando manipulá-lo, pode destruir a auto-estima da pessoa que está sendo vítima deste abuso.
Se um cônjuge precisa sempre receber, o outro tem de se mostrar sempre liberal.
Buscando o controle – o(a) controlador(a).
Os que temem que a vida possa controlá-los, no geral viram a mesa a fim de certificar-se de que controlam os outros. O “controlador” se torna mestre em ocultar do cônjuge os seus sentimentos, intelectualizando as situações, a fim de evitar mostrar emoção. Este cônjuge priva o relacionamento da espontaneidade, no esforço de manter sua imagem de parceiro que mantém o controle.
Apresentando uma imagem de retidão – o cônjuge fariseu.
Infelizmente, muitos cônjuges pensam que sua bondade lhes trará realização, alegria, paz e felicidade na relação conjugal. Esta é a razão de se sentirem compelidos a apontar as fraquezas de outros. A briga neste tipo de relacionamento é caracterizada por um egoísmo que considera apenas os seus sentimentos e opiniões pessoais. O parceiro então desanima. Em razão de nunca ser suficientemente bom, o cônjuge abusado começa a assumir o papel de “mau” no relacionamento.
Mostrar-se superior.
A prioridade aqui é ser melhor que os outros. Esta atitude, lamentavelmente, se reflete com mais freqüência nos cristãos. Na realidade, o cônjuge “superior” muitas vezes se sente inadequado ou não se acha a altura do parceiro. O abusador, então, compensa o seu sentimento esforçando-se para ser mais competente, eficiente, reconhecido e útil ao outro.
O parceiro oprimido, em conseqüência, se fecha no que diz respeito a correr riscos e compartilhar no casamento, temendo que suas palavras sejam interpretadas de maneira diferente da pretendida. Torna-se submisso, controlado, manipulado e cauteloso, procurando a todo custo evitar ferir a sensibilidade do cônjuge “superior”.
Buscando vingança.
Quando o cônjuge se sente desarmado e traído, sem esperança de vir a ser aceito, quase sempre busca vingar-se. O parceiro desanimado pode começar a ferir seu cônjuge verbalmente ou fisicamente, a fim de ficar quites.
Acredite, algumas pessoas mantém registros em sua mente sobre relacionamento conjugal. A vingança se torna, portanto, uma obsessão, deixando o outro cônjuge numa posição decididamente desvantajosa.
Esperando demais.
Quando as coisas não vão bem no casamento, a ameaça de rejeição pode provocar desânimo no cônjuge vitimado. Esta tática de poder, espera continuamente que o parceiro seja “mais e mais” e faça “mais e mais” para manter feliz o dominador. O parceiro mais fraco começa a compreender que, por mais que se esforce, jamais alcançará os padrões estabelecidos pelo “mais forte”. Expectativas irreais pode intimidá-lo a ponto de fazê-los sentir incapaz de vir a ser aceito um dia.
Reter afirmação e conhecimento.
Quando deixamos de reconhecer o progresso e de apoiar a quem mais amamos, privamos o nosso parceiro da motivação que necessita para manter-se no caminho da excelência. Pegar na mão do cônjuge ou dar-lhe um abraço amável e amoroso irá operar maravilhas e ajudá-lo a melhorar cada vez mais. A espontaneidade de um beijo no rosto ou de um abraço apaixonado pode produzir o melhor dos efeitos e afirmar mais do que podemos imaginar em nosso casamento.
1 Bibliografia: Richard W. Dortck - Orgulho fatal – Editora CPAD.